Pensamento do dia
Prenda-se os agressores e assassinos de mulheres. Para os assassino a pena efectiva nunca deveria ser inferior a 25 anos.
Por mim ainda lhes dava um outro castigo, igual ao que daria aos pedófilos e violadores de toda a espécie. Cortava -lhes o que dá origem a tanta loucura. Adivinhem o que é? Pode ser muita coisa? Paciência. Quem dá a vida às mulheres mortas? Quem acode às vidas destruídas?
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terça-feira, 10 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de março de 2009
Cunha e Silva "brincou" com as mulheres
Depois da minha ausência durante uma semana, verifiquei que, os homens bloguistas, não gostam que se fale no feminino na blogosfera.
Dizem que o dia 8 de Março é um disparate, que isto, já é só igualdade e mostraram-se muito frios decidindo dar um ar, da sua masculinidade, não comentando o dia da Mulher.
Mesmo com atraso, e até porque sou das que acham que devemos lutar para que todos os dias sejam nossos, fiquei inspirada a comentar as declarações do Vice Presidente do Governo.
Por ocasião de mais uma homenagem na Quinta Vigia, desta vez repetida, porque na opinião das Mulheres Empresárias da Madeira em 2008 não se destacou, na Madeira, qualquer mulher, Cunha e Silva fez um apelo às mulheres para que "tomassem o poder porque os homens já demonstraram que não são capazes de indireitar nada".
Perante esta oferta, dei por mim a desconfiar porque, quando a esmola é muito até o santo desconfia.
Então quando este mundo está tão estragado, quando a politica, no geral, anda pela hora da morte, quando estes governantes já demonstraram que são uns incazes agora é que vem este político "oferecer" o poder às mulheres?
Para alguns até acredito que seria um alívio, mas sei que isto não passou de palavras de ocasião, porque basta olhar para a composição do governo, das Câmaras Municipais e das Juntas de Freguesia para perceber que estamos perante um poder político machista e que JCS só podia estar a brincar.
Até porque defendo que o mundo só muda quando o poder for partilhado, por homens e por mulheres, a todos os níveis da sociedade, e por isso ofertas destas eu respondo- Não, muito obrigado!
Dizem que o dia 8 de Março é um disparate, que isto, já é só igualdade e mostraram-se muito frios decidindo dar um ar, da sua masculinidade, não comentando o dia da Mulher.
Mesmo com atraso, e até porque sou das que acham que devemos lutar para que todos os dias sejam nossos, fiquei inspirada a comentar as declarações do Vice Presidente do Governo.
Por ocasião de mais uma homenagem na Quinta Vigia, desta vez repetida, porque na opinião das Mulheres Empresárias da Madeira em 2008 não se destacou, na Madeira, qualquer mulher, Cunha e Silva fez um apelo às mulheres para que "tomassem o poder porque os homens já demonstraram que não são capazes de indireitar nada".
Perante esta oferta, dei por mim a desconfiar porque, quando a esmola é muito até o santo desconfia.
Então quando este mundo está tão estragado, quando a politica, no geral, anda pela hora da morte, quando estes governantes já demonstraram que são uns incazes agora é que vem este político "oferecer" o poder às mulheres?
Para alguns até acredito que seria um alívio, mas sei que isto não passou de palavras de ocasião, porque basta olhar para a composição do governo, das Câmaras Municipais e das Juntas de Freguesia para perceber que estamos perante um poder político machista e que JCS só podia estar a brincar.
Até porque defendo que o mundo só muda quando o poder for partilhado, por homens e por mulheres, a todos os níveis da sociedade, e por isso ofertas destas eu respondo- Não, muito obrigado!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
As Mulheres sabem decidir sobre os seus Amores!
Ninguém devia sentir-se no direito de dar ordens às mulheres sobre, quem amar ou "desamar".
Vem isto a propósito do que disse o Cardeal Patriarca sobre as mulheres Portuguesas que decidam casar com Muçulmanos. "Estão metidas em sarilhos disse o Religioso católico". E as que casam com católicos que até se acham no direito de lhes tirar a vida como aconteceu com as 45 mulheres que foram assassinadas em Portugal em 2008? E o que fazem os religiosos? Apelam ao perdão?
As mulheres é que devem decidir quem são os seus amores e até os seus "desamores" para também assumirem as suas responsabilidades e não culparem ninguém pelas suas opcções. As mulheres como os homens não precisam de conselhos, precisam é de assumir as suas opcções de forma a que as mesmas vão de encontro à sua emancipação.
Mas nas coisas do amor muitas vezes os corações não são muito emancipadores e depois as coisas complicam-se e vêm os sarilhos de católicos, protestantes, muçulmanos, etc...
A mim o que me causa impressão são as opiniões concordantes com os avisos "amigáveis" do CP e até as opiniões que passam um atestado de menoridade às mulheres como se estas não tivessem o direito de pensar pela sua própria cabeça.
Sempre me repugnou este tipo de atraso cultural que coloca as mulheres como seres manobráveis sem opinião própria dependentes até dos líderes religiosos.
A minha contestação a este tipo de mentalidade fica aqui registada, pelo menos para que conste...
Vem isto a propósito do que disse o Cardeal Patriarca sobre as mulheres Portuguesas que decidam casar com Muçulmanos. "Estão metidas em sarilhos disse o Religioso católico". E as que casam com católicos que até se acham no direito de lhes tirar a vida como aconteceu com as 45 mulheres que foram assassinadas em Portugal em 2008? E o que fazem os religiosos? Apelam ao perdão?
As mulheres é que devem decidir quem são os seus amores e até os seus "desamores" para também assumirem as suas responsabilidades e não culparem ninguém pelas suas opcções. As mulheres como os homens não precisam de conselhos, precisam é de assumir as suas opcções de forma a que as mesmas vão de encontro à sua emancipação.
Mas nas coisas do amor muitas vezes os corações não são muito emancipadores e depois as coisas complicam-se e vêm os sarilhos de católicos, protestantes, muçulmanos, etc...
A mim o que me causa impressão são as opiniões concordantes com os avisos "amigáveis" do CP e até as opiniões que passam um atestado de menoridade às mulheres como se estas não tivessem o direito de pensar pela sua própria cabeça.
Sempre me repugnou este tipo de atraso cultural que coloca as mulheres como seres manobráveis sem opinião própria dependentes até dos líderes religiosos.
A minha contestação a este tipo de mentalidade fica aqui registada, pelo menos para que conste...
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
OS MEUS DESEJOS DE ANO NOVO

Embora seja uma mera formalidade, para alguns, eu quero desejar a todas as pessoas, pequenas e grandes, que tenham um ano novo cheio de saúde, paz, amor e dinheiro para poderem vencer as dificuldades que são anunciadas por tudo o que é comentarista e até pelo próprio 1º Ministro.
Gostaria que o ano de 2009 fosse de mais frontalidade em relação aos politicos, que não houvesse tanta demagogia e hipocrisia e sobretudo que a politica fosse tratada como uma causa nobre de serviço público à comunidade e não como um circo onde vale tudo até expôr a desgraça dos pobres.
Gostaria que o ano fosse de mais segurança para quem trabalha e que as associações que representam os trabalhadores tivessem mais poder de intervenção, sobretudo na Madeira, que deixassem de fazer trabalho fechado e de grupo e fossem mais democráticas e abertas para poderem mobilizar mais trabalhadores para a luta pelos seus direitos procurando unir o máximo de pessoas sem olhar às suas crenças politicas edeológicas e religiosas. É preciso sair do marasmo urgentemente para que a chamada paz social não continue a ser a arma de arremesso de quem governa esta terra. É preciso uma pedrada no charco! Os jovens têm um importante papel a cumprir, antes que seja tarde!
Gostaria que as crianças e os jovens fossem os abençoados neste ano pois sem eles não haverá futuro mais feliz e mais realizado.
Gostaria que as pessoas idosas não se sentissem as marginalizadas da sociedade, que por vezes parece delas se envergonhar, com acontece com a falta de medidas que as apoiem e com o comportamento de algumas familias que as abandonem à sua sorte.
Enfim gostaria que as mulheres não fossem mais vitimas de violência, de qualquer espécie, e que o mundo fosse mais justo para elas que asseguram que a humanidade continue a existir.
Queria a paz verdadeira para o mundo e que se calassem as armas de Israel na Palestina, e vice versa.
Embora pequena eu queria tanta coisa...
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Nem mesmo cegos alguns mudam!
No filme inspirado no ensaio sobre a cegueira, de josé Saramago, fica claro que há pessoas que nem mesmo cegas mudam os seus comportamentes errados.
Este filme é uma dura lição de vida que fazia bem a muitas pessoas ir ver, talvez assim ficassem a pensar nos seus comportamentos e sobretudo em como o ser humano é pobre , frágil e ao mesmo tempo como é capaz de fazer tudo para dominar os outros nem que seja usando a força bruta.
Gostei do papel que o filme dedica às mulheres. São elas sem dúvida as mais fortes em alturas de crise aguda sacrificando-se, até da pior maneira, para conseguir que os outros não morram de fome.
Não pude desligar este filme da realidade que nos cerca e fazer alguma anologia com acontecimentos mais recentes que se passam na sociedade Portuguesa e Madeirense e cheguei à conclusão que há muitos cegos a circular por aí, alguns por comodismo, outos porque até lhes dá jeito e os que querem enxergar estão lixados.
Mas como há sempre uma luz ao fundo do túnel espero que ainda haja tempo para ela iluminar algumas cabeças antes que se faça tarde até porque de palhaços, anarquias, ditadores e quejandos não reza a história a não ser para os enxovalhar e denegrir ainda mais.
Este filme é uma dura lição de vida que fazia bem a muitas pessoas ir ver, talvez assim ficassem a pensar nos seus comportamentos e sobretudo em como o ser humano é pobre , frágil e ao mesmo tempo como é capaz de fazer tudo para dominar os outros nem que seja usando a força bruta.
Gostei do papel que o filme dedica às mulheres. São elas sem dúvida as mais fortes em alturas de crise aguda sacrificando-se, até da pior maneira, para conseguir que os outros não morram de fome.
Não pude desligar este filme da realidade que nos cerca e fazer alguma anologia com acontecimentos mais recentes que se passam na sociedade Portuguesa e Madeirense e cheguei à conclusão que há muitos cegos a circular por aí, alguns por comodismo, outos porque até lhes dá jeito e os que querem enxergar estão lixados.
Mas como há sempre uma luz ao fundo do túnel espero que ainda haja tempo para ela iluminar algumas cabeças antes que se faça tarde até porque de palhaços, anarquias, ditadores e quejandos não reza a história a não ser para os enxovalhar e denegrir ainda mais.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
32 Mulheres foram assassinadas! Revoltem-se!

É a noticia do fim de semana.
Enquanto em Vigo, marchavam 10 mil mulheres vindas de vários Países do mundo, em Portugal eram divulgadas as estatisticas mais horrorosas dos últimos tempos. 32 mulheres foram assassinadas!
Sempre fui contra todas as formas de violência, não gosto dos assaltos, dos roubos e dos crimes contra pessoas, mas esses factos são noticia quase todos os dias nas televisões, às vezes são repetidos durante vários dias, mas quase ninguém fala sobre a desgraça que é uma mulher morrer assassinada pelos próprios companheiros.
Acho abjecto que numa sociedade que se diz democrática estas mortes aconteçam e estejam em crescimento de ano para ano. Mas afinal por anda a justiça? O que estão à espera as autoridades para julgar e prender estes tipo de gente? Porque deixam a vítima a viver com o agressor? Porque não os afastam de casa? Porque os deixam à solta?
Porque não põem em práctica planos de informação pública que lance um verdadeiro debate sobre este grande flagelo da humanidade? Em vez de gastarem dinheiro com anúncios estúpidos que não servem absolutamente para nada deviam investir num debate sobre a mudança de atitudes e de mentalidades que ainda reina sobre as mulheres.
Sendo a Mafalda de 7 anos acho uma vergonha tudo isto. Onde está a revolta dos adultos? E a blogosfera o que espera para se revoltar também?
Cada vez estou mais desiludida com estes "humanos" e às vezes apetece-me tanto ser uma ET...
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