Os tempos continuam difíceis. A anestesia, pelo menos na Madeira é cada vez maior. Que se saiba os sindicatos não têm nenhuma forma de luta agendada para a rua, à excepção dos professores, honra lhes seja feita, que anunciaram uma concentração na 6ª feira dia 28.
Os restantes parecem preferir dar um passeio a Lisboa como se na Madeira não existissem problemas. Que decepção! Que falta de ideias e de iniciativa. É para isto que existe uma União de Sindicatos na Madeira? Será que o Governo Regional não está a apoiar as medidas que são tomadas contra quem trabalha? Não deveria ele também sentir o descontentamento de quem aqui vive e trabalha?
Se nestes momentos difíceis as pessoas que trabalham e mesmo as que estão reformadas, não manifestarem o seu descontentamento por tudo o que se está a passar: aumento do custo de vida, redução de salários e pensões, dificuldades no acesso a ajudas sociais, etc... então é que os governos continuarão a atacar dizendo-se legitimados pelo apoio do povo a essas medidas.
O falar só por si é pouco, é preciso muito mais, porque desta maneira qualquer dia andamos todos de tanga e não demos por isso...
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Jornalistas sem alma!
Mais desemprego na Madeira! Num ano aumentou mais 45% e mais quase 5 mil pessoas. É muito numa terra como a nossa já existirem cerca de 15 mil pessoas desempregadas.
Só o Jornal da Madeira é que lê os números ao contrário e tem a distinta lata de informar em primeira página "que o desemprego baixou".
Realmente já ninguém dá crédito ao JM, só o lêm por ser gratuito, e aí é que está o busilis da questão. Eu gostava de ver se o JM estivesse nas bancas, ao mesmo preço do DN, quem é que vendia mais e se sairiam muitas notícias como esta?
Acho que o Sindicato dos Jornalistas deveria debater situações como estas, porque a profissão está a ser, cada vez mais a ser posta em causa. Daqui a dias ninguém acredita em nada do que façam e do que dizem, pois nunca ouvi tanta crítica, como agora oiço, ao trabalho jornalístico. Lá foi o tempo que a profissão era credível e até uma espécie de poder. Agora está pela hora da morte o que é muito mau para a democracia e para a liberdade de informação.
Há muita submissão, muitas notícias controladas préviamente, muita falta de equilíbrio e de pluralismo nos debates. São quase sempre os mesmos, que já cansam e já chateiam, porque sabemos o que vão dizer, mesmo antes de abrirem a boca.
Está a faltar irreverência e investigação a sério. Que saudades tenho dos trabalhos da R.Martins!
Está a fazer falta o jornalismo com alma, a sério...
Só o Jornal da Madeira é que lê os números ao contrário e tem a distinta lata de informar em primeira página "que o desemprego baixou".
Há jornalistas que perderam por completo a vergonha. Não me venham dizer que o M.Angêlo foi obrigado a escrever uma mentira destas, e se foi, o que devia ter feito era ter-se recusado a enganar os leitores e desafiar, os responsáveis da mentira, a pôr-lhe um processo em tribunal. Mas a cobardia é muito maior que a ética profissional e isso foi o que se viu com uma notícia tão mentirosa e enganadora sobretudo dos "tolos" liderados pelo SRRHumanos.
Realmente já ninguém dá crédito ao JM, só o lêm por ser gratuito, e aí é que está o busilis da questão. Eu gostava de ver se o JM estivesse nas bancas, ao mesmo preço do DN, quem é que vendia mais e se sairiam muitas notícias como esta?
Acho que o Sindicato dos Jornalistas deveria debater situações como estas, porque a profissão está a ser, cada vez mais a ser posta em causa. Daqui a dias ninguém acredita em nada do que façam e do que dizem, pois nunca ouvi tanta crítica, como agora oiço, ao trabalho jornalístico. Lá foi o tempo que a profissão era credível e até uma espécie de poder. Agora está pela hora da morte o que é muito mau para a democracia e para a liberdade de informação.
Há muita submissão, muitas notícias controladas préviamente, muita falta de equilíbrio e de pluralismo nos debates. São quase sempre os mesmos, que já cansam e já chateiam, porque sabemos o que vão dizer, mesmo antes de abrirem a boca.
Está a faltar irreverência e investigação a sério. Que saudades tenho dos trabalhos da R.Martins!
Está a fazer falta o jornalismo com alma, a sério...
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Aumento do desemprego: Afinal quem mentiu? Onde páram os Sindicatos?
Muita polémica gerou um famoso cartaz que foi colado por um partido político que chamava mentiroso ao secretário Brazão de Castro colocando-o com um nariz igual ao do Pinóquio.
Por informações da própria comunicação social soubemos que até processos foram colocados em tribunal. Mas agora perante este aumento estrondoso do desemprego na Região chegou a altura de perguntar:afinal quem era mentiroso? Afinal quem quis tapar o sol com a peneira? Afinal quem merecia um processo em tribunal por enganar os Madeirenses?
Lamentavelmente os números são tão assustadores que não enganam ninguém e por isso mesmo um governante que, não é capaz de falar verdade e de iludir as pessoas com coisas tão sérias, devia ser posto a andar do Governo porque já não é competente para estar num lugar tão sensivel e tão importante como o emprego.
Mas já agora como é possivel haver um aumento de desmpregados, de um mês para outro, Novembro para Dezembro foram mais quase 500 pessoas, sem que se ouvisse denúncias dos sindicatos sobre esta situação? Onde pára o espírito sindical de solidariedade? Onde pára a luta sindical combativa e revolucionária? Onde pára a União dos Sindicatos? Que andam a fazer os seus dirigentes? Onde páram as Centrais Sindicais que têm representação na Madeira?
São muitas perguntas que atravessam o meu pensamento e que na verdade também me preocupam pois sendo verdade que são os governantes os primeiros e principais responsáveis pela situação criada, sobretudo porque têm faltado alternativas concretas para mudar a situação, também é verdade que é preciso que os sindicatos cumpram o seu papel de defender em todas as circuntâncias os interesses de quem trabalha e fazer a denúncia dos despedimentos é fundamental.
Sei que vivemos situações dificeis e que não deve ser fácil o trabalho sindical, nunca foi, mas se ele falha os trabalhadores estão bem piores e é isso que preocupa, sem dúvida, porque para irresponsabilidade já basta a de Brazão de Castro e do seu Governo de 32 anos, que já cheira a mofo...
Por informações da própria comunicação social soubemos que até processos foram colocados em tribunal. Mas agora perante este aumento estrondoso do desemprego na Região chegou a altura de perguntar:afinal quem era mentiroso? Afinal quem quis tapar o sol com a peneira? Afinal quem merecia um processo em tribunal por enganar os Madeirenses?
Lamentavelmente os números são tão assustadores que não enganam ninguém e por isso mesmo um governante que, não é capaz de falar verdade e de iludir as pessoas com coisas tão sérias, devia ser posto a andar do Governo porque já não é competente para estar num lugar tão sensivel e tão importante como o emprego.
Mas já agora como é possivel haver um aumento de desmpregados, de um mês para outro, Novembro para Dezembro foram mais quase 500 pessoas, sem que se ouvisse denúncias dos sindicatos sobre esta situação? Onde pára o espírito sindical de solidariedade? Onde pára a luta sindical combativa e revolucionária? Onde pára a União dos Sindicatos? Que andam a fazer os seus dirigentes? Onde páram as Centrais Sindicais que têm representação na Madeira?
São muitas perguntas que atravessam o meu pensamento e que na verdade também me preocupam pois sendo verdade que são os governantes os primeiros e principais responsáveis pela situação criada, sobretudo porque têm faltado alternativas concretas para mudar a situação, também é verdade que é preciso que os sindicatos cumpram o seu papel de defender em todas as circuntâncias os interesses de quem trabalha e fazer a denúncia dos despedimentos é fundamental.
Sei que vivemos situações dificeis e que não deve ser fácil o trabalho sindical, nunca foi, mas se ele falha os trabalhadores estão bem piores e é isso que preocupa, sem dúvida, porque para irresponsabilidade já basta a de Brazão de Castro e do seu Governo de 32 anos, que já cheira a mofo...
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008
OS MEUS DESEJOS DE ANO NOVO

Embora seja uma mera formalidade, para alguns, eu quero desejar a todas as pessoas, pequenas e grandes, que tenham um ano novo cheio de saúde, paz, amor e dinheiro para poderem vencer as dificuldades que são anunciadas por tudo o que é comentarista e até pelo próprio 1º Ministro.
Gostaria que o ano de 2009 fosse de mais frontalidade em relação aos politicos, que não houvesse tanta demagogia e hipocrisia e sobretudo que a politica fosse tratada como uma causa nobre de serviço público à comunidade e não como um circo onde vale tudo até expôr a desgraça dos pobres.
Gostaria que o ano fosse de mais segurança para quem trabalha e que as associações que representam os trabalhadores tivessem mais poder de intervenção, sobretudo na Madeira, que deixassem de fazer trabalho fechado e de grupo e fossem mais democráticas e abertas para poderem mobilizar mais trabalhadores para a luta pelos seus direitos procurando unir o máximo de pessoas sem olhar às suas crenças politicas edeológicas e religiosas. É preciso sair do marasmo urgentemente para que a chamada paz social não continue a ser a arma de arremesso de quem governa esta terra. É preciso uma pedrada no charco! Os jovens têm um importante papel a cumprir, antes que seja tarde!
Gostaria que as crianças e os jovens fossem os abençoados neste ano pois sem eles não haverá futuro mais feliz e mais realizado.
Gostaria que as pessoas idosas não se sentissem as marginalizadas da sociedade, que por vezes parece delas se envergonhar, com acontece com a falta de medidas que as apoiem e com o comportamento de algumas familias que as abandonem à sua sorte.
Enfim gostaria que as mulheres não fossem mais vitimas de violência, de qualquer espécie, e que o mundo fosse mais justo para elas que asseguram que a humanidade continue a existir.
Queria a paz verdadeira para o mundo e que se calassem as armas de Israel na Palestina, e vice versa.
Embora pequena eu queria tanta coisa...
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