Embora não esteja no meu melhor dia, há um assunto que não posso deixar passar em claro e que já está a ser abordado por alguns "colegas" Bloguistas que são os "conselheiros nomeados para a RDP/M e RTP/M.
Então os cinco "conselheiros" da RTP/M não foram convidados pelo Governo da República?
Então não é o Governo da República que tem a tutela da RTP/M e RDP/M?
Acho que é necessário falar deste assunto porque parece que depois do dia 20 de Fevereiro muita gente da República esqueceu-se do que é este poder regional.
É ver alguns Secretários de Estado que se têm deslocado à Madeira ultimamente e só se ouve elogios, chegando mesmo uma deles a afirmar que" na Madeira não havia imigrantes clandestinos que tudo estava bem e vivia bem nesta terra". É caso para dizer: santa ignorância!
Também no caso dos tais cinco é preciso que se diga que, pelo menos dois deles, são firmes defensores do Governo da República e os outros três são a voz do poder Regional, e, mesmo que estejam ligados a áreas profissionais diferentes, as bitolas de análise vão ser as mesmas, afastar o mais possível as vozes incómodas da informação pública.
Se a RTP/M e a RDP/M quisessem ouvir o que pensa a sociedade no seu todo tinha encontrado outro tipo de "conselheiros", pelo menos que fossem pessoas que tivessem alguma independência em relação aos poderes estabelecidos e tivessem ideias concretas para melhorar a informação pública, neste espaço que é também Portugal.
O que está a acontecer é grave e quem vai sair prejudicado vão ser os do costume, aqueles que, quando fazem uma acção de relevo, nunca existe uma equipa disponível, e se reclama, vai logo para o rol a quem não é perdoado nada, pelo contrário vale tudo para denegrir e prejudicar, sobretudo se for em ano de eleições.
Estão a ver como é necessário ir mais ao fundo da questão?
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domingo, 18 de abril de 2010
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Debate equilibrado e até interessante
Vi o debate dos candidatos às eleições Europeias e até gostei. Correu com dignidade sem atropelos e até com momentos de vivacidade muito interessantes. Adorei o cumprimento à filha que fez o FLetra demonstrando que os políticos são pessoas normais e não uns bichos raros, como muitas vezes, nos querem fazer querer.
Não gostei das interrupcções do jornalista Roquelino Ornelas, acho que ele fez alguma confusão porque naquele debate não competia a ele dar opinião, isso é o que ele faz, e bem, no dossier de imprensa. Também não gostei de ver que os jornalistas falavam entre si quando um dos candidatos estava a falar, acho que deviam levar a estratégia mais acertada antes de entrarem no estúdio. De resto correu tudo com muita cordialidade.
Sobre os candidatos, disseram o que pensavam e defendiam os seus partidos. Claro que tenho o meu preferido, e ele sabe disso, mas à excepcção do JI, que parecia estar a mais ali, porque não tinha ideias próprias mais parecia, um apêndice de alguém, gostei da prestação dos restantes, tendo ficado provado que afinal é possível debater entre seis pessoas diferentes, e que a Madeira não é excepcção, porque é assim que tem sido feito no País.
Ficaram claras divirgências de fundo entre os vários projectos, sobretudo em relação à forma como são gastos os milhões que têm vindo da U.Europeia e sobre o Off Shore e o Centro Internacional de Negócios.
É claro que ouve candidatos mais concretos e objectivos a defender os seus pontos de vista, é claro que os da continuidade estavam mais incomodados, é claro que alguns não gostam de ouvir opiniões diferentes das suas e têm dificuldades em ficar calados, mas o debate também é isso mesmo e debater nunca fez mal a ninguém, pelo contrário é da discussão que nasce a luz.
Para os que começam a defender debates a dois, talvez porque o seu candidato não brilhou muito, cuidado, porque se não for com equilíbrio, voltamos a tratar uns candidatos de diferente maneira, aparecendo uns de primeira e outros de segunda, o que não é democrático e não deve acontecer.
Todos devem ter as mesmas oportunidades e não deve existir à partida uns mais importantes que outros. Pelo menos é o que penso.
Não gostei das interrupcções do jornalista Roquelino Ornelas, acho que ele fez alguma confusão porque naquele debate não competia a ele dar opinião, isso é o que ele faz, e bem, no dossier de imprensa. Também não gostei de ver que os jornalistas falavam entre si quando um dos candidatos estava a falar, acho que deviam levar a estratégia mais acertada antes de entrarem no estúdio. De resto correu tudo com muita cordialidade.
Sobre os candidatos, disseram o que pensavam e defendiam os seus partidos. Claro que tenho o meu preferido, e ele sabe disso, mas à excepcção do JI, que parecia estar a mais ali, porque não tinha ideias próprias mais parecia, um apêndice de alguém, gostei da prestação dos restantes, tendo ficado provado que afinal é possível debater entre seis pessoas diferentes, e que a Madeira não é excepcção, porque é assim que tem sido feito no País.
Ficaram claras divirgências de fundo entre os vários projectos, sobretudo em relação à forma como são gastos os milhões que têm vindo da U.Europeia e sobre o Off Shore e o Centro Internacional de Negócios.
É claro que ouve candidatos mais concretos e objectivos a defender os seus pontos de vista, é claro que os da continuidade estavam mais incomodados, é claro que alguns não gostam de ouvir opiniões diferentes das suas e têm dificuldades em ficar calados, mas o debate também é isso mesmo e debater nunca fez mal a ninguém, pelo contrário é da discussão que nasce a luz.
Para os que começam a defender debates a dois, talvez porque o seu candidato não brilhou muito, cuidado, porque se não for com equilíbrio, voltamos a tratar uns candidatos de diferente maneira, aparecendo uns de primeira e outros de segunda, o que não é democrático e não deve acontecer.
Todos devem ter as mesmas oportunidades e não deve existir à partida uns mais importantes que outros. Pelo menos é o que penso.
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Comentar não é defender a "dama" de alguns!
Gosto de ouvir os comentadores que vão à segunda feira ao telejornal da RTP/M. É por isso que fico admirada com as críticas que hoje estão a surgir nalguns blogues madeirenses.
Quando digo que gosto, não quer dizer que estou de acordo com tudo o que lá é dito, sobretudo por parte de um dos comentadores, mas acho interessante o confronto de opiniões diferentes, que o são, independentemebte dos dois poderem concordar, neste ou naquele assunto, que foi o que aconteceu ontem.
E também considero que não se pode exigir, a quem vai comentar, que esteja de acordo sempre com os nossos pontos de vista. Digo isto porque, os que hoje estão muito críticos, já fizeram rasgados elogios, quando os comentários lhes agradou em outros assuntos.
O que não gosto, de forma nenhuma, é do programa dos comentadores dos governos,( parecem os dois marretas), como acontece de 15 em 15 dias com a jornalista LB. Esse sim é um comentário sem interesse e tão tendencioso que devia ser excluido da programação da RTP/M. Estranhamente, ou não, nunca li nada sobre o assunto a não ser quando deu jeito... a alguns.
Também nunca gostei de outros comentadores(LFL e TN) que se fartaram de falar de terceiros e nunca ouvi os ditos bloguistas se manifestarem contra pelo facto desses terceiros nunca terem tido direito à sua defesa. Porque será? Quem souber que responda...
Quando digo que gosto, não quer dizer que estou de acordo com tudo o que lá é dito, sobretudo por parte de um dos comentadores, mas acho interessante o confronto de opiniões diferentes, que o são, independentemebte dos dois poderem concordar, neste ou naquele assunto, que foi o que aconteceu ontem.
E também considero que não se pode exigir, a quem vai comentar, que esteja de acordo sempre com os nossos pontos de vista. Digo isto porque, os que hoje estão muito críticos, já fizeram rasgados elogios, quando os comentários lhes agradou em outros assuntos.
O que não gosto, de forma nenhuma, é do programa dos comentadores dos governos,( parecem os dois marretas), como acontece de 15 em 15 dias com a jornalista LB. Esse sim é um comentário sem interesse e tão tendencioso que devia ser excluido da programação da RTP/M. Estranhamente, ou não, nunca li nada sobre o assunto a não ser quando deu jeito... a alguns.
Também nunca gostei de outros comentadores(LFL e TN) que se fartaram de falar de terceiros e nunca ouvi os ditos bloguistas se manifestarem contra pelo facto desses terceiros nunca terem tido direito à sua defesa. Porque será? Quem souber que responda...
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