Estou revoltada com a solução do tribunal de entregar, à falsa fé, a Esmeralda ao pai biológico cortando todos os laços de afectividade com os pais que a criaram e lhe deram amor.
Mas afinal que justiça é esta que "em nome dos superiores interesses da criança" permite uma situação destas?
Não foi o pai biológico que não quis saber da menina quando esta decidiu nascer no ventre da mãe? Não foi ele que as abandonou à sua sorte e agora vem reclamar "o que é seu" como se a criança fosse uma propriedade?
E que moral teve a Juiza para decidir de forma "sorrateira" afastar a criança daqueles que foram realmente os seus verdadeiros pais?
É contra este mundo de injustiças que eu me revolto e dou por mim a pensar na infelecidade que deve estar a ser a vida desta menina que foi retirada do verdadeiro afecto e amor.
Não basta a ligação biológica é necessário muito mais para fazer uma criança feliz. A Srª Juiza não sabia isso?
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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Parlamento Regional.Tudo morno?
Tenho acompanhado com alguma atenção as noticias referentes aos trabalhos parlamentares e tenho reparado que quando não existe uma acção de escândalo e vergonha alguns jornalistas acham que os trabalhos foram mornos e sem interesse.
No entanto lendo e vendo com mais atenção, o que é que os "ditos" consideram "mornisse"? Propostas sobre os problemas das toxicodependências, fiscalização mais rigorosa a várias dependências governativas, passes para os estudantes, etc, etc...
Esta forma de fazer jornalismo é verdadeiramente o maior alimento de tudo o que de pior existe em termos de uma verdadeira informação que devia ser isenta e não tendenciosa.
Para alguns jornalistas a política só é válida quando faz espectáculo e quanto pior for, melhor. Depois são os primeiros a criticar armando-se muitas vezes em "virgens ofendidas", ou então em moralistas dos políticos, normalmente metendo tudo e todos no mesmo saco.
O mais incrivel é que existe uma grande proteção dos políticos a este tipo de actuação. falam pelas costas mas nunca criticam de caras porque depois têm medo de não ter cobertura às suas acções.
Talvez vá chegando a altura de uns e outros alterarem comportamentos porque o que está em causa é a liberdade de informação e tratamento numa sociedade que se diz democrática.
Estou a ficar demasiado séria...
As circunstâncias obrigam...
No entanto lendo e vendo com mais atenção, o que é que os "ditos" consideram "mornisse"? Propostas sobre os problemas das toxicodependências, fiscalização mais rigorosa a várias dependências governativas, passes para os estudantes, etc, etc...
Esta forma de fazer jornalismo é verdadeiramente o maior alimento de tudo o que de pior existe em termos de uma verdadeira informação que devia ser isenta e não tendenciosa.
Para alguns jornalistas a política só é válida quando faz espectáculo e quanto pior for, melhor. Depois são os primeiros a criticar armando-se muitas vezes em "virgens ofendidas", ou então em moralistas dos políticos, normalmente metendo tudo e todos no mesmo saco.
O mais incrivel é que existe uma grande proteção dos políticos a este tipo de actuação. falam pelas costas mas nunca criticam de caras porque depois têm medo de não ter cobertura às suas acções.
Talvez vá chegando a altura de uns e outros alterarem comportamentos porque o que está em causa é a liberdade de informação e tratamento numa sociedade que se diz democrática.
Estou a ficar demasiado séria...
As circunstâncias obrigam...
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