Vi o espectáculo da SIC dedicado à Madeira e gostei de muitas actuações, por acaso de alguns dos meus artistas favoritos/as.
Gostei do espírito de solidariedade manifestado pelos portugueses, eu própria também contribui, mas dispensava perfeitamente as intervenções, dos mesmos de sempre. Até os representantes,das chamadas colectividades de Santo António e Ribeira Brava, mais não são ,do que os responsáveis do poder laranja para controlar as pessoas nesses locais.
Só mesmo para o Continente é que esta gente passa como voluntários associativos, porque quem os conhece, sabe, que a sua missão não é desinteressada, bem pelo contrário, é ao serviço do controlo partidário sobre as populações.
Também tenho seguido atentamente as notícias e quase já não falam dos desaparecidos e da contradição do número de mortes. Ainda Domingo verifiquei que o DN publicou a lista com os nomes das 42 vítimas, oficiais, e no mesmo DN, vinha um anúncio de um funeral de um rapaz chamado Sardinha Camacho, que foi residente em Santo António, e que não constava dessa lista.
Esta questão preocupa-me porque tínhamos o direito a saber o que realmente se passa, até porque sou daquelas que não acreditam que nos parques do Sr AH não fosse encontrado ninguém sem vida. Ele para continuar o negócio chorudo precisa que a opinião pública pense que nos seus parques aconteu um milagre, não é por acaso que nos últimos dias ele passou a ser o porta voz oficial sobre esse problema. Mas alguém acredita verdadeiramente nisso?
E sobre os desaparecidos como é que reduziram de 18 para 8, de um dia para outro, sem aumentar o número de mortes? Pelo menos tivessem dado uma explicação dizendo onde estavam cada um dos encontrados, até para podermos acreditar e ficar mais confiantes que não nos estão a enganar.
E não venham com o problema dos boatos, porque há muito boa gente, que andou no terreno, e que faz parte de importantes Instituições, a afirmar, à boca pequena, que morreram muitas mais pessoas, incluindo nos parques de estacionamento.
A opinião pública tem direito à verdade e não venham com o bicho papão do turismo porque não é esse problema que vai afastar ningué, pelo contrário, ficar a dúvida é bem pior.
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terça-feira, 2 de março de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Sejam verdadeiros na tragédia! Porque nós merecemos!
Não tenho jeito de colocar imagens neste espaço, mas se calhar elas não fazem falta, porque são tantas as que correm na NET, que até já se repetem e confundem locais, concelhos e até freguesias.
Todos falam da tragédia que se abateu sobre a Madeira, e muitos até já estão armados em metereologistas e começam a dar palpites sobre o que ainda pode acontecer com as próximas chuvas. Por favor deixem essa questão para quem dela percebe e não lancem mais lenha para a fogueira, porque o pânico já se começa a instalar em muita gente, o que não ajuda em nada as pessoas e as Instituições que estão no terreno.
Já basta a vergonha que é a resposta da Secretária, porta voz do governo, em relação ao número de mortos. Mantem-se há 3 dias o mesmo número e todos os dias são descobertos mais corpos. Não sei o porquê desta situação, a não ser que em nome do turismo o governo queira esconder o verdadeiro número das pessoas que foram mortas com o temporal.
Mas com o diabo, porque acham que podem enganar a opinião pública? E as televisões que hora dizem uma coisa e depois dizem outra? E o DN que ontem afirmava que eram 48 e hoje já trás um ponto de interrogação? Compreendo que os dados estejam tão baralhados que os jornalistas já não sabem o que dizem porque não querem ser responsáveis na mentira.
Não sei porquê mas tudo isto parece um logro que não era necessário porque esta é uma tragédia, que não pode, e não deve, ser escondida de niguém até para no futuro ela servir de exemplo para que não se repitam os mesmos erros.
Já pensaram que as obras do regime de Jardim estão a cair como um castelo de cartas e eles já não sabem o que dizem a não ser ofender quem sempre disse que estavam a ser mal feitas?
E já agora não voltem a canalisar a Ribeira de S. João. Pelo menos na zona mais atigida. Tenham juízo porque a natureza já provou que não perdoa.
Todos falam da tragédia que se abateu sobre a Madeira, e muitos até já estão armados em metereologistas e começam a dar palpites sobre o que ainda pode acontecer com as próximas chuvas. Por favor deixem essa questão para quem dela percebe e não lancem mais lenha para a fogueira, porque o pânico já se começa a instalar em muita gente, o que não ajuda em nada as pessoas e as Instituições que estão no terreno.
Já basta a vergonha que é a resposta da Secretária, porta voz do governo, em relação ao número de mortos. Mantem-se há 3 dias o mesmo número e todos os dias são descobertos mais corpos. Não sei o porquê desta situação, a não ser que em nome do turismo o governo queira esconder o verdadeiro número das pessoas que foram mortas com o temporal.
Mas com o diabo, porque acham que podem enganar a opinião pública? E as televisões que hora dizem uma coisa e depois dizem outra? E o DN que ontem afirmava que eram 48 e hoje já trás um ponto de interrogação? Compreendo que os dados estejam tão baralhados que os jornalistas já não sabem o que dizem porque não querem ser responsáveis na mentira.
Não sei porquê mas tudo isto parece um logro que não era necessário porque esta é uma tragédia, que não pode, e não deve, ser escondida de niguém até para no futuro ela servir de exemplo para que não se repitam os mesmos erros.
Já pensaram que as obras do regime de Jardim estão a cair como um castelo de cartas e eles já não sabem o que dizem a não ser ofender quem sempre disse que estavam a ser mal feitas?
E já agora não voltem a canalisar a Ribeira de S. João. Pelo menos na zona mais atigida. Tenham juízo porque a natureza já provou que não perdoa.
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