Recebi alguns recados, com algum interesse, acerca dos diversos candidatos fictícios que se apresentam ao eleitorado sem o minimo de preocupação por estarema engananá-los, alguns deles há várias eleições como é o caso mais conhecido do AJJ.
Mas os enganos ao eleitorado não vêm só deste lado, acontecem com o primeiro da lista do PS, que afinal o que quer é continuar no governo, se ganharem o poder, claro está, e por isso está a servir de trampolim para o Luis Miguel França assumir o tacho, para o qual nunca trabalhou na vida, bem pelo contrário, e também vêm do senhor Edgar Silva, que nunca colocou os pés na Assembleia Municipal da Funchal, mas já é terceira vez que é cabeça de lista a este orgão autárquico. É sempre eleito e depois pede a renúncia do cargo e avançam outras pessoas.
Eu até comprendo que com um cabeça de lista à Câmara tão mau, ele tenha que assegurar a campanha eleitoral, mas isto também não é uma maneira de enganar os eleitores? Isto não fica feio para um partido cheio de bons princípios, como fazem questão de estar sempre a dizer os seuas apoiantes, basta ver o comentário no post anterior?
É por estas e por outras que as pessoas dizem, cada vez mais, que os políticos são todos iguais. Eu gostaria sinceramente que não tivessem razão, mas já começo a duvidar, com este tipo de comportamento, qual é a diferença?
Ma minha opinião se um candidato é eleito devia assumir o cargo, se já sabe que não pode, porque é governante ou deputado, deixe os outros candidatos mostrar o que valem, até para não serem sempre os mesmos em tudo. Não acham?
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quarta-feira, 12 de agosto de 2009
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