Mais uma morte de uma pessoa que eu adoro num prazo tão curto. Confesso que não estava preparada para tal. Bem sei que para a morte nunca estamos preparados muito menos daqueles que admiramos e amamos como é o meu caso.
O que me deixa um pouco feliz é pensar que ainda tenho livros dele para ler e reler e por isso ele vai estar sempre entre os meus preferidos, mas pensar que outros livros não virão dá-me uma grande tristeza.
Talvez esteja a ser egoísta, mas só sei que para mim, o Grande José Saramago nunca morrerá.
A toda a família os meus profundos sentimentos.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Morte do Nélio . Mas que notícia triste!
Li em vários lados a notícia triste da morte do Nélio de Freitas.
Estas são das notícias que eu preferiria nem saber.
Sempre gostei muito do Nélio. Sempre habituei-me em ver nele um Homem de convicções e de grande sensibilidade social.
Morrer aos 37 anos é uma daquelas injustiças que muitas vezes faz-me questionar a própria vida e a nossa existência tão precária.
Sei que ele era um grande crente e que tinha explicação para o que lhe aconteceu, mas eu, que estou a ficar cada vez mais descrente, questiono permanente, se é justo morrer alguém como o Nélio que era um homem bom, delicado como poucos, e muito, muito humano.
Só posso desejar que a sua família consiga vencer esta dor, o que não vai ser fácil.
Adeus Nélio. Vou sentir saudades das nossas conversas sempre que nos encontrávamos e das palavras de apoio que sempre recebi, quando precisei. O jornalismo perde um grande Homem!
Estas são das notícias que eu preferiria nem saber.
Sempre gostei muito do Nélio. Sempre habituei-me em ver nele um Homem de convicções e de grande sensibilidade social.
Morrer aos 37 anos é uma daquelas injustiças que muitas vezes faz-me questionar a própria vida e a nossa existência tão precária.
Sei que ele era um grande crente e que tinha explicação para o que lhe aconteceu, mas eu, que estou a ficar cada vez mais descrente, questiono permanente, se é justo morrer alguém como o Nélio que era um homem bom, delicado como poucos, e muito, muito humano.
Só posso desejar que a sua família consiga vencer esta dor, o que não vai ser fácil.
Adeus Nélio. Vou sentir saudades das nossas conversas sempre que nos encontrávamos e das palavras de apoio que sempre recebi, quando precisei. O jornalismo perde um grande Homem!
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